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Médicos, obsoletos ou atualizados?

Não medicar a maconha medicinal, é sinal de preconceito ou desconhecimento da medicina atual!

Por Sergio em 06/01/2022 às 12:24:58

A atualidade medicinal, defende a maconha

O preconceito em torno da maconha medicinal, deveria ter dos próprios médicos a desmistificação. Ou esses, apegados às suas tradições, são parte desse preconceito? Acordem, senhores! A maconha será um grande "boom" para a medicina mundial! Isso já é cientificamente comprovado .
Até quando vão assistir seus pacientes em plena decadência, quando temos o remédio para tirá- lo da cama? O fato, é esse: Muitos que estavam com seus olhos cerrados, sem falar, sem expressar o que sentem, estão acordando, levantando, andando, se alimentando, e acima de tudo, surpreendendo suas famílias, depois do uso do óleo da maconha medicinal.
Dores incuráveis pela medicina tradicional, vem sendo sedadas! Pessoas que eram dependentes da morfina, hoje são usuárias de óleo natural.
Eu sou testemunha disso e, dou provas! Por tanto, façamos um apelo, aos nossos médicos: Pesquisem, procurem saber! Será valiosíssimo para qualquer currículo médico o conhecimento dessa matéria.
Hoje, em Macaé, já temos duas associações cannábicas. A macaemedicinal.com vem desenvolvendo um trabalho com resultados muito gratificantes. com auxílio de alguns médicos.
Esperamos maior interesse pela questão, é científico! É atualidade. O negacionismo é manter-se na ignorância diante a medicina atual! "Podem largar seus preconceitos para trás. Senão, estarão obsoletos, em pouco tempo!
Isso é dito por Dr. Sidarta Ribeiro, um médico considerado no mundo todo!
Estaria errado?
Sigam esse caminho, mais a frente acreditarão e viverão nessa realidade.
Sidarta Ribeiro. Principal professor de Neurociência e Diretor Assistente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Sidarta é formado em Biologia pela Universidade de Brasília (1993), Mestre em Biofísica pela Universidade do Rio de Janeiro (1994) e doutorado em Comportamento Animal pela Universidade Rockefeller (2000), pós-doutorado em Neurofisiologia pela Universidade Duke (2005). Possui conhecimentos em neuroetologia, neurobiologia molecular e neurofisiologia de sistemas, com interesse nos seguintes assuntos: memória, sono e sonhos; plasticidade neuronal; comunicação vocal; competência simbólica em animais não humanos; psiquiatria computacional; neuroeducação; psicodélicos e política de drogas. Além disso, ele é membro dos programas de bacheler da UFRN e, de 2009 a 2011, atuou como Secretário da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento. Ele também foi Presidente do Comitê Regional Brasileiro do Programa Latino-Americano de Bolsas Pew em Ciências Biomédicas. Membro desde 2015 do Conselho Consultivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas e seu Coordenador Científico desde 2018. Editor associado dos jornais Frontiers in Integrative Neuroscience e Frontiers in Psychology. Em 2006, foi declarado membro da Academia de Ciências da América Latina (ACAL). É o atual vice-diretor do instituto do cérebro da UFRN


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